Primeiro: descubra o consumo real
Comece aquiO método do tanque cheio, que é o único que não depende do computador de bordo nem da sua memória.
O que costuma estar por trás
- Abasteça até o bico desarmar sozinho e zere o hodômetro parcial. Encher além do desarme falseia a medida.
- Rode normalmente até o tanque chegar perto da metade ou menos, sem mudar o seu jeito de dirigir de propósito.
- Abasteça de novo no mesmo posto e na mesma bomba, até o bico desarmar sozinho, e anote os litros e os quilômetros rodados.
- Divida os quilômetros pelos litros. Esse é o consumo real daquele período, e é com ele que a próxima medição vai ser comparada.
Repare nisto antes de ir na oficina
- O computador de bordo costuma otimizar a leitura, e o erro dele não é constante. Use como referência, não como prova.
- Uma medição sozinha não diz nada: é a comparação entre duas ou três, feitas do mesmo jeito, que revela mudança.
- Anote também o tipo de uso do período: mais cidade, mais estrada, mais ar-condicionado.
Sem essa medição, qualquer conserto vira aposta e qualquer melhora vira impressão. Com ela, você consegue dizer para a oficina 'fazia X e passou a fazer Y', que é uma frase completamente diferente de 'está gastando muito'.